
como um grande jogo de futebol.
O jogo se inicia logo ao nascermos.
Marcamos gols quando almejamos algo que tanto sonhávamos.
Levamos gols quando surgem os desafios, os imprevistos e os acidentes.
Cobramos faltas quando ocorrem injustiças e podemos reparar o dano, ou até mesmo, criar uma nova tática que poderá mudar o rumo do jogo.
Damos cartão amarelo para as pessoas que nos magoam e nos tratam mal; entretanto damos à elas o perdão e mais uma só chance de nos respeitar e nos ajudar a ser feliz.
Porém, se essa pessoa desperdiçar sua segunda chance, e cometer mais uma infração, devemos dar a elas o que realmente merecem: o cartão vermelho; expulsando-as do jogo de nossas vidas.
Somos capazes, também, de substituir aqueles que não se dedicam ao jogo e mandá-los para o banco, colocando em seus lugares pessoas que queiram estar ao nossa lado e tornar este jogo inesquecível. Afinal, todos nós somos substituíveis para alguns, mas os titulares, ou melhor, os craques, para outros.
Comumente, mais do que o desejado, vemos jogadores cometendo faltas fatais, que tiram o direito do outro de jogar a sua partida, saindo no meio, ou até mesmo no início, sem ter nenhuma outra escolha.
Ao contrário do que muitos pensam, para mim, mandar alguém para escanteio não é descartá-la, e sim direcioná-la e condicioná-la para efetuar uma importante jogada, onde nós seremos encarregados de marcar, ou não, um gol.
As laterais ocorrem quando ultrapassamos nossos limites e invadimos a área do outro. Ela serve para nos refrear e nos fazer respeitar os limites impostos pela vida.
Os intervalos são as divisões das etapas de nossa vida.
No calor do jogo, às vezes, fazemos algumas jogadas que não são permitidas, e somos impedidos de concluir nossos planos, dando chances aos adversários.
Nesta partida, podemos exercer uma só função: capitães do time.
Como nosso técnico e juiz está Deus.
E a nossa família, que é nossa base, são os mais importantes torcedores, ou até mesmo patrocinadores, e nos assistem de camarote.
Mas no final, todos somos vencedores só por termos vivido.
Podemos tornar nosso jogo histórico; tanto por termos feito algo de bom para o mundo, ou por ter tido um jogo limpo, quanto por ter feito uma partida suja e feia, sem espírito esportivo.
Isso só cabe a nós decidir.
Eu quero fazer o meu jogo ser lembrado como uma partida emocionante, bem disputada, exemplar e repleta de determinação e gols.
E quanto à você? Qual é o seu jogo?

2 comentários:
exato *-*
*-*
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